terça-feira, 18 de junho de 2013

Os Amish

Olá dreamers! Como estão? Eu estou sem saber o que postar, não vem coisas que eu acho legal na minha cabeça hahahaha. Ah, sábado eu fiz um vestibular e hoje saiu o resultado, eu passei. Acho que esse é o quarto vestibular que eu faço (e passei em todos) na vida. É bom, pelo menos exercita a mente. Sempre na hora da redação eu começo sem saber o que vou escrever, e termino querendo escrever um livro... Quando vem a ideia, só falta sair faísca do meu lápis, porque começo a escrever tão rápido e sem parar...  Olha, talvez pode ser uma qualidade minha, pois sempre gostei de português e sempre fui boa em redação... Enfim... Vocês já ouviram falar sobre os Amish? Eu acho uma cultura interessante e curiosa pois até hoje eles vivem parecendo que estão no passado... Eu vou mostrar um pouco sobre essa cultura hoje, vamos lá?

Os amish começaram sua história em 1525, na Suíça, quando romperam com católicos e protestantes. Por serem contra o batismo de crianças, acreditando que a adoção de uma religião precisa ser uma escolha pessoal e consciente, ficaram conhecidos como anabatistas (palavra de origem grega para "rebatizados"). Como era de se esperar, foram perseguidos na Europa e tiveram de fugir para a América do Norte. A primeira família chegou em 1737 e se estabeleceu na Pensilvânia. Em 1865, houve o primeiro cisma tecnológico amish. "Isso ocorreu basicamente por causa de diferenças no estilo de vida. Os progressistas permitiam, por exemplo, tirar fotografias, tocar instrumentos musicais e usar roupas mais caras", explica Donnermeyer.
As crenças amish se baseiam na Ordnung ("ordem", em alemão), tradição oral baseada em passagens bíblicas específicas que contêm as regras de seu estilo de vida. Mas há muitas Ordnung distintas, graças a uma série de divisões que ocorreram entre eles ao longo do século 20. Por isso, os grupos podem diferir em relação ao estilo de vida. "Eles estão continuamente mudando. Há cerca de 40 linhas distintas na América do Norte e cada uma usa diferentes tipos de tecnologia", diz Donald B. Kraybill, do centro de estudos anabatistas da Elizabethtown College, na Pensilvânia. Os Swartzentruber, por exemplo, são os mais radicais. Seus cultos religiosos são mais longos (podendo durar mais de quatro horas) e sua restrição à tecnologia, muito maior. Eles não podem usar água encanada ou aquecida - o que faz com que tomem banho com menos frequência que os outros grupos - e não usam qualquer forma de energia. Carros: proibidos. E as carroças, veículo símbolo dos amish, não têm retrovisores porque eles acreditam que não devem ter sua imagem registrada ou refletida em nenhum lugar. Já grupos da chamada Nova Ordem permitem eletricidade em torno de sua casa (mas não dentro dela) e até têm aparelhos telefônicos, além de permitir fotografias. Alguns aspectos, porém, são comuns a todos, como as roupas em cores únicas, as famílias numerosas e o idioma adotado - um dialeto da Alemanha. Fora os assentamentos, que têm sempre 20 ou 30 famílias.

Os amish e o mundo

Eles não sabem nada sobre o mundo exterior? Mito. Erik Wesner, do site Amish America, garante: "Conversamos sobre a maioria dos assuntos sobre os quais eu falo com as outras pessoas. Hoje mesmo li uma mensagem de um amigo amish que fez referência a um grupo de música dos anos 80. Eles também leem jornais - muitas vezes publicações amish, mas várias casas também assinam o jornal local e têm uma ideia do que está acontecendo do lado de fora das comunidades".

Os amish e o capitalismo

Existem amish ricos e pobres. "Há os milionários e aqueles que mal têm o que comer", afirma Wesner. Mas as casas e roupas seguem o mesmo padrão de simplicidade. "É possível perceber nos detalhes: algumas casas têm mais bens materiais e melhores brinquedos para as crianças; algumas pessoas têm cavalos melhores". A grande diferença é que, embora seja capitalista em seus negócios, a comunidade amish se ajuda. Os mais ricos (geralmente, proprietários de negócios envolvendo a construção de móveis e casas) contribuem com quantias maiores quando há pessoas em necessidade.

Recentemente, saiu uma notícia que "chocou" parte das pessoas que conheciam essa cultura. Alguns jovens das comunidades Amish, aderiram o uso do Facebook, colocando até fotos no perfil e registrando vários momentos. O site “BuzzFeed” conta que isso acontece porque, na adolescência, os jovens amish vivem uma fase chamada Rumspringa  – quando podem deixar as rígidas regras de lado e explorar o mundo. É então que, com uma câmera na mão e uma duck face (foto com biquinho de pato) na cabeça, publicam os tais autorretratos típicos das redes sociais. Também constam na lista muitas, muitas outras fotos queridinhas entre adolescentes, como o “V” de vitória e a ostentação de bebidas.

O uso do Facebook por esses jovens é confirmado por Erik Wesner, norte-americano que estuda e escreve sobre essa comunidade. A reportagem do “BuzzFeed”, que selecionou as imagens aqui divulgadas, classifica o uso do computador como raro entre os amish, pois é difícil carregar PCs com a luz solar. Sendo assim, o acesso à internet geralmente se dá via smartphones, que fazem a ponte desses jovens com Facebook, Twitter e Youtube. Tudo superssocial, como manda essa fase da vida amish em que os jovens estão em busca de seus futuros cônjuges.
As mensagens de texto e redes sociais facilitam a organização das festas da Rumpsringa, que reúnem jovens de diversos estados norte-americanos. Depois desses encontros, eles novamente seguem o padrão: postam fotos, agradecem os organizadores e começam a planejar o próximo.


“Já organizávamos festas, mas era difícil encontrá-los. Agora não demora para reunirmos 700 pessoas. Todos estão conectados e trocando mensagens”, afirmou Chris Weber, conselheiro amish para assuntos ligados a drogas e bebidas. Com essa mudança, difícil é manter o lema: “o que acontece na Rumspringa fica na Rumspringa”.  

7 comentários:

  1. Que interessante! (Admito que nao li tudo, só algumas partes que achei mais importante, hihihi #preguiçosa) http://girlswithstyles.blogspot.com.br/

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  2. Parabéns meu amor pela sua conquista. Eu já ouvi falar sore os amish, e eu não lembro qual seriado tb ja fez um episodio sobre isso, mt bom s2

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    1. Obrigada, Cah. <3 Ahh eu vi que vai passar agora um programa falando sobre eles, acho muito interessante. XD

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  3. Que bom que você sabe fazer reações eu não. kk O período em que eles podem conhecer o mundo deve ser tipo uma festa não é ? kkk
    Um beijoo
    http//bombasticmusics.blogspot.com

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    1. KKKKKK alguma qualidade eu tinha que ter. XD
      Nossa, deve ser mesmo. Como dizem: o que acontece na Rumspringa fica na Rumspringa... Imagina a potaria KKKKKKK.

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